A ClickAnálise é uma iniciativa da Associação Brasileira de Psicanálise Insight.

Quem conduz a ClickAnálise?

A ClickAnálise é conduzida por Psicanalistas Membros da Associação, Mestres em Psicánálise e Alunos do Curso de Formação em Psicanálise, em fase de Estágio Supervisionado.

Há três formas de atendimento:

1 – O atendimento será realizado por Psicanalistas Profissionais Credenciados.

2 – Clínica Social – é composta por uma escuta psicanalítica para reforço de ego, realizada por psicanalistas em fase credenciamento. A diferença para os demais atendimentos é o valor da sessão que é reduzido.

3 – Análise Didática. A psicanálise didática a qual se submete aquele que se destina ao exercício da profissão de psicanalista constitui a viga mestra da sua formação. Freud percebeu que somente pelo conhecimento do próprio inconsciente se podia chegar à prática da análise. O analista “… deve voltar para o inconsciente do doente, emissor, o seu próprio inconsciente como órgão receptor”. Para isto, o analista tem de ser capaz de se comunicar mais livremente com o seu próprio inconsciente, e é precisamente isso que a análise didática deve em princípio permitir.

Freud presta homenagem à escola de Zurique por ter “… apresentado a exigência segundo a qual quem quiser praticar análises sobre outros deve primeiro submeter-se a uma análise realizada por alguém com experiência”. Foi em 1922, no Congresso da Associação Psicanalítica Internacional, que se apresentou a exigência da análise didática para todo e qualquer candidato a analista.

Sigilo Profissional:

O Psicanalista está obrigado a guardar sigilo profissional, nos seguintes termos:

1- O sigilo profissional terá caráter absoluto dentro das atividades profissionais;

2- O Psicanalista não pode divulgar, em particular ou em público, quaisquer informes que tenham origem nas palavras dos pacientes, mesmo que estes tenham dito que os mesmos não eram segredáveis.

3- O Psicanalista não pode informar a outro profissional, mesmo que seja Psicanalista, sobre qualquer referência a respeito de paciente e de seu estado de saúde, sem que haja autorização por escrito do mesmo.

4- O Psicanalista não pode fazer menção do nome de seus pacientes, mesmo quando apresentando casos clínicos, ainda que os pacientes autorizem;

5- Sempre que o Psicanalista apresentar um caso clínico em alguma atividade acadêmica (palestra, aula, conferência, congresso, etc.) o fará sob pseudônimo.

6- O Psicanalista não pode apresentar, mesmo sob pseudônimo, um caso clínico de alguém presente à palestra ou conferência, ressalvando o fato de o paciente o ter autorizado, por escrito;

7- O Psicanalista não pode identificar o paciente ou ex-paciente, como tal, diante de terceiros;

8- O Psicanalista está proibido de comentar sobre pacientes, mesmo com pessoas de sua intimidade, como esposa, filhos, etc.

9- O Psicanalista não pode comentar casos de pacientes com outros pacientes mesmo com a intenção de encorajá-los, pois isto tanto foge da técnica quanto amedronta o paciente;

10- O Psicanalista se tiver por costumes fazer anotações das sessões, está obrigado a ter cuidado absoluto garantindo que ninguém delas tome conhecimento, sendo de bom alvitre que anote sob certas condições ou adote pseudônimos para os pacientes (na ficha);

11- O Psicanalista tem o dever de comunicar ao seu respectivo Conselho toda e qualquer informação sobre colegas de sua Sociedade que esteja infringindo quaisquer princípios éticos ou se conduzindo aleivosamente;

12- Em caso de solicitação policial ou judicial na qual a autoridade peça informação sobre alguma fala ou fato conhecido de qualquer paciente, vivo ou morto, o Psicanalista só poderá informar, após a consulta a sua Sociedade e ao paciente, se vivo, e mesmo assim se tal informação trouxer benefício para o paciente ou sua família;

13- Em caso de pressão da autoridade para que seja revelado algum conteúdo que não venha a beneficiar ao paciente ou sua família, o Psicanalista terá que silenciar em nome da ética.

Juramento do Psicanalista Saiba mais…